Por quê “Terapia com Alma”?

“Andamos muito depressa e já não sabemos mais o que estamos fazendo.

Agora precisamos parar e esperar até que nossas almas nos alcancem.”

Querida(o) visitante,

Antes de explicar o nome Terapia com Alma, quero te convidar a pensar em algo simples:

Em meio à pressa da vida, quantas vezes você realmente para pra se escutar?

Em algum momento da minha trajetória na psicologia — iniciada em 1995, na UFMG — passei a compreender a psicoterapia como uma pausa intencional.

Uma pausa feita semanal ou quinzenalmente, durante 60 ou 90 minutos, para dar tempo e espaço para que a nossa própria alma/psiquê nos alcance — e possa, então, falar e ser escutada com atenção, acolhimento e respeito.

A Psicologia, em seu sentido mais genuíno, é o estudo da alma (ou psiquê) e de suas manifestações: sentimentos, pensamentos, comportamentos, crenças, valores e desejos.

A Psicoterapia é uma de suas formas de aplicação prática — um espaço de cuidado, escuta e compreensão dessa dimensão tão essencial da experiência humana.

A Terapia com Alma nasceu como uma forma de resgatar esse sentido mais profundo da Psicologia e da Psicoterapia — que sempre me encantou desde que as escolhi como profissão e missão de vida.

Um espaço virtual para compartilhar meu trabalho, minha forma de perceber e compreender o ser humano em sua complexidade e singularidade.

Um espaço de encontro para aqueles que também buscam se conhecer e se compreender melhor.

O principal serviço que ofereço é o acompanhamento psicológico e psicoterápico online, realizado de forma individualizada, personalizada e humanizada.

Um trabalho construído com sensibilidade, empatia e acolhimento — mas também com consciência, responsabilidade e estratégias adaptadas à realidade de cada pessoa.

Não acredito em fórmulas prontas.

Mas acredito que, através de uma relação de confiança, do diálogo e do compartilhamento de conhecimentos, é possível ajudar cada pessoa a se aproximar de suas próprias respostas — aquelas que realmente fazem sentido para sua vida.

E talvez também a se fazer perguntas importantes…

Mas isso é assunto para outro momento.

Quem sabe um dos primeiros textos do blog?

Por falar nisso… já passeou por lá? 😉

Com cuidado e carinho,