Você pergunta,
eu respondo.
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A Terapia com Alma é uma psicoterapia realizada por uma psicóloga regularmente inscrita no CRP e fundamentada em abordagens psicológicas reconhecidas pelo Conselho Federal de Psicologia.
A própria palavra psicologia vem do grego psyché (que significa alma) e logia (estudo).
Na psicologia, o conceito de alma é tratado principalmente como uma metáfora para a psique, a subjetividade e a totalidade da experiência humana (pensamentos, emoções, sentimentos, significados, símbolos, consciente e inconsciente) sem um sentido estritamente religioso.
Em uma perspectiva mais ampla e humanista, a alma representa a essência humana, o centro da nossa vida cognitiva e afetiva, e da busca por um sentido profundo de individuação e propósito.
Portanto, apesar de a palavra alma fazer parte do nome, este não é um atendimento religioso, espiritualista ou esotérico.
O nome Terapia com Alma foi escolhido porque acredito que o sofrimento humano não pode ser reduzido apenas a sintomas, diagnósticos e a uma lista de tarefas a serem prescritas para que a pessoa possa lidar melhor e/ou curar tudo isso. Cada pessoa possui uma história, valores, sonhos, relacionamentos e uma forma única de existir no mundo.
Por isso, gosto de dizer que a psicoterapia que realizo é um trabalho de parceria entre a minha alma e a alma de cada pessoa que acompanho. Uma parceria construída com respeito, escuta, conhecimento técnico e humanidade.
A espiritualidade pode ser abordada durante o processo terapêutico quando ela for importante para você, da mesma forma que podem ser abordados temas como história de vida, valores e propósitos pessoais, individualidade, relacionamentos, família, amizades, trabalho, saúde física e mental, lazer, prazer, sexualidade, conflitos, traumas, dentre outros.
Meu compromisso é respeitar suas crenças, sua ausência de crenças e sua liberdade de pensar e viver da maneira que fizer sentido para você. Mesmo que eu tenha crenças, valores, opiniões, comportamentos e atitudes diferentes dos seus. É natural que seja assim. Posso inclusive expressar as diferenças que percebo e dialogar com você sobre isso. Mas sempre com respeito.
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Essa é uma pergunta que costuma despertar curiosidade, mas a resposta talvez seja um pouco diferente do que você imagina.
Ao longo de mais de 30 anos de formação e trajetória profissional na Psicologia, fui construindo minha prática a partir do diálogo com diferentes saberes e formas de compreender o sofrimento e o potencial humano. Hoje, minha principal referência teórica está na Gestalt-Terapia e nas correntes Humanista e Existencial. São esses referenciais que orientam o meu olhar e a forma como compreendo cada pessoa: alguém único, inserido em uma história, em relacionamentos e em um contexto de vida que merecem ser acolhidos com respeito, presença e profundidade.
Para quem não é da área, isso significa que o meu trabalho não busca rotular ou encaixar você em um diagnóstico engessado. Entendo que cada ser humano vivencia suas dores, ansiedades e escolhas de uma maneira única. O meu objetivo na psicoterapia é oferecer um espaço seguro, acolhedor e livre de julgamentos, focado na escuta atenta de como você percebe a sua realidade.
Juntos, trabalharemos para compreender as suas vivências atuais, clarear os caminhos e possibilidades diante das dificuldades da vida e fortalecer a sua autonomia para tomar decisões que façam sentido para quem você é.
Minha caminhada também foi enriquecida por décadas de leituras, estudos acadêmicos, grupos de discussão, cursos e supervisões em outros referenciais científicos da Psicologia, como a Psicanálise (Freudiana e Junguiana), a Psicoterapia Ericksoniana, a Terapia Cognitivo-Comportamental e a Abordagem Sistêmica. Além disso, incorporo contribuições da Comunicação Não Violenta (CNV), que enriquece minha compreensão sobre as relações e o diálogo, embora não constitua uma abordagem psicoterapêutica em si.
Na prática clínica, isso não significa uma mistura aleatória de teorias de forma desordenada. Significa que, mantendo uma base bem definida nas abordagens fenomenológico-existencial e humanista, dialogo com outros conhecimentos psicológicos e utilizo recursos e intervenções reconhecidos pela Psicologia de forma ética, responsável e tecnicamente fundamentada, de acordo com as necessidades de cada processo terapêutico. Ou seja, aqueles que melhor façam sentido para as reais necessidades de cada pessoa, respeitando a singularidade de cada momento do processo terapêutico.
Mais do que aplicar uma técnica isolada ou seguir um modelo rígido de atendimento, meu compromisso ético e profissional é colocar a Psicologia — em toda a riqueza do conhecimento científico que consolidei na minha história — a serviço do seu desenvolvimento e bem-estar.
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Atualmente, a Terapia com Alma oferece três modalidades principais de atendimento:
• Consulta psicológica avulsa, para quem deseja conversar sobre uma questão específica, esclarecer dúvidas ou ter um primeiro contato com o trabalho psicológico.
• Acompanhamento psicológico on-line, para quem busca um suporte mais contínuo durante uma fase específica da vida, com encontros regulares e acompanhamento mais próximo.
• Psicoterapia on-line, para quem deseja um processo mais profundo de autoconhecimento, transformação e desenvolvimento pessoal.
Cada modalidade possui objetivos, formatos e níveis de profundidade diferentes. Para conhecer melhor cada uma delas, basta acessar a página Serviços (clicando aqui), onde explico como cada processo funciona e para quem ele é indicado.
Se depois da leitura você ainda não souber qual delas faz mais sentido para o seu momento, não se preocupe: podemos conversar sobre isso. Basta mandar uma mensagem para o WhatsApp da Terapia com Alma com a sua dúvida (clicando aqui).
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O primeiro passo é escolher o serviço que melhor atende às suas necessidades.
Depois disso, basta entrar em contato comigo pelo WhatsApp (clicando aqui) para que possamos conversar sobre sua demanda, esclarecer dúvidas e verificar a disponibilidade de horários.
Se tudo fizer sentido para ambas as partes, realizaremos os procedimentos iniciais e agendaremos nosso primeiro encontro on-line.
O processo é simples, acolhedor e pensado para que você possa iniciar seu atendimento com tranquilidade.
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Essa é uma pergunta importante.
A Terapia com Alma possui um valor de referência para as sessões, mas cada situação é analisada de forma individual.
Em alguns casos, podem existir condições diferenciadas, considerando fatores como a frequência dos atendimentos e a realidade financeira da pessoa naquele momento.
Para quem mora no Brasil, os pagamentos podem ser feitos por PIX, depósito ou transferência bancária. Para quem mora no exterior, existem outras possibilidades, incluindo PIX, quando a pessoa mantém uma conta bancária no Brasil, e plataformas de pagamento internacionais.
As taxas e condições podem variar conforme a modalidade escolhida. Por isso, prefiro conversar sobre valores e formas de pagamento diretamente durante o contato inicial, de maneira transparente e respeitosa. Assim, consigo esclarecer eventuais dúvidas e fornecer informações atualizadas sobre investimento, formas de pagamento e disponibilidade.
Se você tiver dúvidas sobre valores ou quiser entender quais possibilidades podem fazer sentido para a sua realidade atual, basta entrar em contato pelo WhatsApp (clicando aqui). Terei prazer em esclarecer suas dúvidas!
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Essa é uma pergunta difícil de responder, porque cada pessoa percebe o meu trabalho de uma forma diferente.
Mas acredito que uma das características mais marcantes da Terapia com Alma seja a forma como construo a relação terapêutica. Procuro sempre unir meus conhecimentos teóricos, técnicos e experienciais a uma forte sensibilidade humana que carrego desde a infância e a um profundo respeito pela singularidade de cada pessoa.
Ao longo da minha trajetória, conheci diferentes teorias, abordagens e formas de compreender o sofrimento humano. Em vez de me prender rigidamente a uma única forma de pensar, procuro integrar esses conhecimentos de maneira ética, responsável e personalizada.
Não trabalho com fórmulas prontas nem acredito que exista um único caminho válido para todos. Também não acredito que o papel do(a) psicólogo(a) seja dizer ao paciente o que ele deve fazer ou quais decisões deve tomar. Posso expressar opiniões pessoais e profissionais que sejam diferentes das suas, algo natural em relações de confiança recíproca. Mas meu objetivo não é dizer como você deve viver sua vida, e sim ajudá-lo(a) a compreender melhor a si mesmo(a), ampliar suas possibilidades de escolha e desenvolver recursos para lidar com seus desafios de forma mais consciente.
Meu compromisso é oferecer um espaço de escuta, reflexão e autoconhecimento que favoreça escolhas mais conscientes e alinhadas com aquilo que faz sentido para cada pessoa. Em outras palavras: mais do que oferecer respostas, procuro criar um espaço onde perguntas importantes possam ser exploradas com calma, profundidade, respeito e humanidade.
Talvez, no final das contas, o que torna meu trabalho diferente seja justamente a forma como construo essa parceria: unindo acolhimento, profundidade, liberdade e responsabilidade ao longo do processo terapêutico. E integrando, na medida do possível, a seriedade que certos temas pedem ao bom humor que torna as relações mais leves e agradáveis.
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Essa é uma pergunta difícil de responder por mim mesma. Acredito que faça mais sentido que ela seja respondida por pessoas que já foram atendidas por mim ou que já passaram pela Terapia com Alma, mesmo quando ela ainda nem tinha recebido esse nome tão simbólico.
Por isso, convido você a conhecer a seção Depoimentos disponível na Página Inicial do site (clicando aqui).
Ali, algumas pessoas compartilham suas percepções sobre mim, sobre o processo terapêutico, sobre a relação construída ao longo do acompanhamento e sobre os impactos que perceberam em suas vidas.
Cada experiência é única e cada pessoa vivencia a terapia de uma forma diferente. Ainda assim, esses relatos podem ajudá-la(o) a ter uma ideia mais próxima de como costumo trabalhar e de como a Terapia com Alma foi/é vivida por quem passa por ela.
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Imprevistos acontecem e, sempre que possível, buscarei ter empatia, ser compreensível e encontrar a melhor solução para cada caso específico.
Caso você precise cancelar ou reagendar uma sessão, peço apenas que me avise com antecedência mínima de 6 horas para pacientes localizados no Brasil e de 12 horas para pacientes que vivem em outros fusos horários. De preferência, informando também o motivo.
Além de facilitar a organização da agenda, essas informações costumam ser importantes para compreendermos melhor o que está acontecendo em sua vida naquele momento e podem contribuir para o próprio processo terapêutico.
Quando o cancelamento ocorre dentro desse prazo, a sessão pode ser remarcada ou simplesmente não ser cobrada, conforme o caso.
Em situações de ausência ou falta à sessão sem aviso prévio ou com comunicação fora do prazo estabelecido, a sessão será cobrada normalmente, pois aquele horário permaneceu reservado exclusivamente para você.
Essas regras existem para proteger o compromisso assumido por ambas as partes e garantir uma organização justa do processo terapêutico.
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Embora eu procure ser acessível e acolhedora dentro das minhas possibilidades, não trabalho em regime de plantão nem posso garantir disponibilidade imediata sempre que surgir uma situação urgente.
Se você estiver passando por um momento difícil e sentir necessidade de uma sessão extra, entre em contato comigo e explique brevemente o que está acontecendo. Sempre que possível, farei o meu melhor para encontrar um horário adicional ou pensar junto com você na alternativa mais adequada para aquele momento.
No entanto, isso dependerá de diferentes fatores, como a disponibilidade da agenda, a natureza da situação apresentada e as minhas próprias condições pessoais naquele período.
Também é importante lembrar que a psicoterapia não substitui serviços de emergência médica, psiquiátrica ou de proteção à vida. Em situações de risco iminente para você ou para outras pessoas, procure imediatamente os serviços de emergência adequados da sua região.
Ao longo do processo terapêutico, um dos nossos objetivos será justamente fortalecer seus recursos internos, suas estratégias de enfrentamento e suas redes de apoio para que você possa atravessar momentos difíceis de forma cada vez mais segura e autônoma.
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Eu espero sinceramente que você me conte!
Falando sério: se algo que eu disser, fizer ou deixar de fazer gerar desconforto, incômodo, dúvidas ou discordâncias, gostaria muito que você me comunicasse isso da forma mais clara e respeitosa possível.
Embora eu tenha formação, experiência e conhecimento técnico, continuo sendo um ser humano e uma profissional em constante aprendizado. Isso significa que posso interpretar algo de forma equivocada, não compreender completamente uma situação ou propor uma hipótese ou reflexão que não faça sentido para você naquele momento ou mesmo sugerir que você tente algo que ainda não se sinta confortável ou que vá contra valores seus que eu até então desconhecia.
Além disso, nem todo desconforto, desgosto ou discordância é um problema. Em alguns casos, eles podem surgir justamente porque estamos entrando em contato com temas importantes, delicados ou ainda pouco explorados. Em outros, pode indicar que algo na nossa comunicação ou na condução do processo precisa ser revisto. E em outros, apenas que temos perspectivas, opiniões e preferências diferentes, sem que a expressão delas signifique um julgamento moral, ou seja, sem que uma precise ser certa e a outra errada, nem mesmo que uma seja melhor que a outra. Isso é algo normal em relações saudáveis, incluindo as profissionais.
Por isso, acredito que conversar abertamente sobre essas situações costuma ser muito mais útil e enriquecedor do que guardar incômodos, fazer suposições ou simplesmente se afastar sem que possamos compreender juntos o que aconteceu.
Meu compromisso é receber esse tipo de feedback com abertura, respeito e disposição para o diálogo. Afinal, uma boa relação terapêutica não depende da ausência de conflitos ou discordâncias, mas da capacidade de conversar sobre eles de forma honesta e construtiva.
E nesse sentido, essas conversas podem se tornar uma oportunidade valiosa para desenvolver uma habilidade importante também fora da terapia: a capacidade de expressar desconfortos, discordâncias, preferências e necessidades de forma clara, respeitosa e construtiva.
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Sim, sem nenhum problema.
A psicoterapia como um todo e cada sessão individualmente são processos voluntários e acredito profundamente que cada pessoa tem o direito de decidir se e quando deseja iniciar, continuar, pausar ou encerrar uma determinada sessão ou seu acompanhamento psicológico como um todo.
Meu propósito não é convencer ninguém a permanecer em terapia (ou mesmo numa sessão em particular que possa estar sendo mais difícil), mas oferecer um espaço de acolhimento e segurança — onde até mesmo os descompassos e mal-entendidos possam ser dialogados com franqueza —, construindo uma relação de confiança e respeito mútuos, que faça sentido, funcione bem e seja útil para quem escolhe estar e permanecer nela.
Ao mesmo tempo, caso você deseje interromper uma sessão ou esteja pensando em encerrar o processo terapêutico, gostaria muito que pudesse me comunicar essa decisão de forma clara e direta. Se possível, também considero valioso que possamos conversar um pouco sobre os motivos envolvidos.
Muitas vezes, essas conversas ajudam a compreender melhor necessidades, expectativas, dificuldades, insatisfações, limites ou mudanças de momento de vida que podem estar influenciando essa decisão. Elas costumam trazer compreensões importantes para ambos e podem contribuir para que esse encerramento — seja de uma sessão, seja daquele ciclo de terapia — aconteça de forma mais consciente, respeitosa e coerente com tudo o que foi construído ao longo do processo.
Acredito sinceramente que nenhuma terapia precisa durar para sempre. Algumas duram mais tempo (meses, anos e até décadas), outras menos. Em alguns momentos, encerrar um processo também faz parte do próprio processo de crescimento e, portanto, pode ser uma decisão saudável e madura.
Independentemente da escolha que você fizer, ela será recebida com respeito. Afinal, autonomia, liberdade de escolha e responsabilidade pelas próprias decisões são valores que considero fundamentais dentro e fora da terapia.
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A forma mais prática de entrar em contato comigo é pelo WhatsApp da Terapia com Alma (clicando aqui).
Costumo responder às mensagens nos intervalos entre os atendimentos e as demais atividades do meu dia. Por isso, nem sempre consigo dar um retorno imediato.
Meu prazo habitual de resposta é de até 48 horas (dois dias úteis). Sei que parece muito em tempos onde tudo é instantâneo, mas com o tempo você compreenderá o porquê desse cuidado. Na maioria das vezes respondo antes, mas esse prazo pode ser necessário em períodos de maior demanda ou quando preciso dedicar atenção à minha vida pessoal, à minha saúde e ao meu descanso.
Se a sua mensagem demorar um pouco mais do que você esperava, peço apenas um pouquinho de paciência. Assim que eu puder, responderei com a mesma atenção, presença e cuidado que dedico às pessoas que acompanho.
Será um prazer conhecer você, esclarecer suas dúvidas e, juntos, avaliarmos se a Terapia com Alma faz sentido para este momento da sua vida. E eu espero sinceramente que faça!